Uma história fictícia com sentimentos reais
Lincoln não abria as caixas.
Dois anos depois da morte da mulher, as coisas dela continuavam num depósito — guardadas com o cuidado de quem sabe que abrir significa lembrar, e lembrar ainda dói demais. Até que o filho, numa tarde qualquer dentro do caminhão, solta uma frase que não deveria saber. E tudo muda.
Dentro de uma caixa de sapato com fita preta, há uma carta. Escrita por um homem que Lincoln nunca conheceu. Um pai que fugiu. Um segredo que a mulher que ele amou carregou sozinha até o fim.
Um cresceu num orfanato numa cidade que não escolheu, aprendeu a levantar quando o mundo mandava ficar no chão, e construiu do nada tudo que tinha. O outro foi entregue a uma família de militares, moldado para a guerra, e um dia decidiu que o único lugar seguro era o silêncio — e foi morar nele. O terceiro foi levado na estrada pelo próprio pai, até o dia em que o pai não voltou.
Três homens com o mesmo rosto. Três histórias que nunca deveriam ter sido separadas. E um menino de dez anos que, sem saber, é o único capaz de abrir as portas que os adultos não conseguem.
Não espere histórias de luta ou testosterona. O livro é amor puro. Pra que ama, sente e vive.
Difícil eu conseguir me concentrar pra leituras maiores. Mas essa história que o Igor materializou faz a gente nem perceber nada. Aliás, quando percebe, tá vivendo cada página.
Eu sei do sentimento que o Igor colocou nesse livro. E ele tá todo ali. Rocky Balboa, Rambo e Falcão. É a força de quem escolhe sempre seguir em frente.
A primeira edição tem apenas 100 exemplares. Garanta o seu pois não há, por enquanto, data para a próxima tiragem.
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